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Humberto foi criado em 1981, participou de algumas histórias da Turma da Mônica, o garoto que só fala “HUM-HUM”. Foi o primeiro personagem com deficiência criado por Maurício de Souza. Até pouco tempo, pensava-se até que esse personagem apenas economizava nas palavras, mas já fazia parte de um antigo sonho do desenhista. Desde 2004 mais dois personagens integram a Turma do bairro do Limoeiro: Dorinha é deficiente visual, mas mostra o mundo com sua imaginação, ensinando crianças para perceberem o mundo que as rodeia com os outros sentidos, além de ser muito segura de si e muito vaidosa, tem a companhia de Radar, seu cão-guia. A personagem foi criada em homenagem a Dorina Nowil. Luca é muito bom em esportes, especialmente natação e basquete. Fora isso, é um garoto deficiente físico, apelidado de Da Roda, mostra que não há barreiras para ter uma vida saudável e feliz como qualquer criança. Inspirado pelo cantor Herbert Vianna dos Paralamas do Sucesso. Ambos fazem parte do Mundo Azul, um projeto voltado para a Inclusão Social. Esses personagens são profundamente estudados, cuidando dos detalhes, respeitando as diferenças e procurando uma forma de mostrar isso tudo de forma delicada sem ser subentendido como algo preconceituoso. Mesmo em trabalhos anteriores, como o citado acima quanto ao Humberto, a Turma da Mônica sempre mostra algumas situações de preocupação com o meio ambiente, a relação com os pais, a individualidade de cada personagem e também questões que envolvem os conceitos de sociedade. Talvez seja essa a característica principal dos personagens de Maurício de Souza: a vida das crianças de um bairro, um dinossauro com bracinhos curtos que discute filosofia, um fantasma procurando o sentido do pós-vida, uma jovem em busca de afirmação ou um menininho caipira que gosta de roubar goiabas do Nhô Lau; eles possuem individualidade e ao mesmo tempo abordam questões que envolvem o nosso dia-a-dia em forma de quadrinhos. Afinal, que jogue a primeira pedra aquele que nunca curtiu os gibis dessa Turma? Que esses personagens possam ter o espaço garantido para mostrar a divulgação da Inclusão Social! ::: Uma pequena aspa... ::: Nessa minha busca por informações sobre esses personagens especiais, fiquei muito triste em encontrar um outro blog preconceituoso por diversos assuntos. Por mais que exista a liberdade de expressão (ou que o intuito é ser do contra), me pergunto se essa liberdade pode ter esse sentido tão negativo. É uma caminhada longa cheia de obstáculos, mas com muitas pessoas dispostas a caminhar e ultrapassá-los com afinco e determinação! NEssa, eu faço parte! - Postado por: Naná Mika às 21h59 [] [envie esta mensagem] O projeto Arte Inclui abriu inscrições para as programações de outubro de 2006, em São Paulo. Os eventos acontecerão na Instituição Itaú Cultural e na Pinacoteca do Estado de São Paulo. As Instituições interessadas devem fazer uma pré-inscrição por e-mail (arte_inclui@yahoo.com.br). Nos dias 6, 13 e 20 de outubro, serão realizadas visitas monitoradas à exposição “Museu de Numismática: História das moedas” no Itaú Cultural. E, nos dias 4, 11, 18 e 25 serão feitas visitas ao acervo permanente da Pinacoteca do Estado, com atendimento especializado do Programa Educativo para Públicos Especiais – PEPE (parceria realizada com a Pinacoteca para oferecer visitas orientadas por educadores, nas quais o público entra em contato com obras do acervo por meio de recursos sensoriais de apoio que exploram outros sentidos além do visual). Serão oferecidas, também, oficinas culturais no Centro Cultural Vergueiro nos dias 4 e 11 de outubro, porém as vagas já foram preenchidas. O projeto Arte Inclui foi criado pela Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SEPED) em 2005. O objetivo do programa é “ampliar a formação e vivência cultural das pessoas com deficiência, promovendo sua participação em peças teatrais, óperas, shows, exposições e eventos culturais durante todo o ano”. Apóia projetos de pessoas com deficiência ou sobre inclusão e forma profissionais para o mercado de trabalho cultural.
Informações adicionais: SEPED - Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
Ou pelos sites: http://www.saci.org.br/index.php?modulo=akemi¶metro=18527 http://www.saci.org.br/index.php?modulo=akemi¶metro=18551
Projetos similares: PIPA (Projeto de Inclusão pela Arte), da APAE Arte sem Barreiras ,da Funarte - Postado por: Carolina Gutierrez às 17h08 [] [envie esta mensagem] Pensar em uma sociedade plural é aceitar as diferenças entre as pessoas, sejam elas de qualquer natureza. Quando o assunto são os pessoas que tem síndrome de Down, falar em pluralidade parece algo desconexo, pois ainda existe muito preconceito daqueles auto denominados “normais” em aceitar aquelas com Down como alguém capaz de desempenhar e interagir na sociedade como qualquer outra pessoa. Mas por que a dificuldade em conviver com pessoas distintas, sendo que ao olharmos para a sociedade somos todos diferentes, cada um com suas particularidades? Uma possível, ou talvez a mais plausível resposta seja o preconceito, principalmente visto sob o seu sentido conceitual, ou seja, formar uma opinião sem conhecimento prévio do assunto. Ao conhecer um pouco mais sobre a síndrome de Down, esse preconceito tende a diminuir ou preferencialmente acabar, pois percebemos que são pessoas comuns com suas próprias características e capacidades. Aprender a lidar com as diversidades é um exercício difícil, porém necessário. Os resultados podem ser sentidos por todos na construção de uma sociedade inclusiva e plural, para isso é preciso a abrir o coração e a mente e viver as diferenças. Sobre a síndrome de Down: Não é uma doença e sim um acidente genético, as pessoas que nascem com síndrome de Down nascem com uma deficiência intelectual e não mental, o cérebro dela é igual ao de outra sem Down. A diferença está no comprometimento do intelecto, ou seja, na dificuldade de assimilar e aprender. É causado por um excesso do material cromossômico em vez de dois cromossomos 21, o feto apresenta três gerando diversos comprometimentos: · Os mais visíveis são as alterações de imagem. Crianças com Down podem apresentar dedos curtos, pregas nas mãos, olhos um pouco mais puxados, orelhas pequenas, além de outras características. · Redução da força muscular, que pode levar a uma lentidão no desenvolvimento motor. · Os ligamentos são mais frouxos, a criança tem maior flexibilidade. Com isso, corre o risco de as articulações não se manterem estáveis, principalmente as dos pés, joelhos, coluna cervical coxa e bacia. · Cerca de 99% das pessoas com síndrome de Down têm problemas de visão e de 10% a 30% apresentam falhas na audição. fonte: http://www.saci.org.br/ - Postado por: Lidiane Guedes às 12h01 [] [envie esta mensagem] A inclusão começa dentro de cada um a partir do momento que há o entendimento da diversidade humana. Pense em crianças com necessidades especiais freqüentando escolas de todos os tipos, desde os colégios até as universidades e, ainda, conservatórios, academias, bibliotecas municipais e nestes locais encontram o respeito e o real cumprimento dos direitos de uma sociedade que está apta a atender estas necessidades. Pense nos adultos com deficiências em seus locais de trabalho (depois de todo processo de seleção, todos sabemos não é fácil) tendo os direitos respeitados pelos colegas. E também, adaptação de ônibus, uma arquitetura de locais públicos projetados para deficientes físicos, calçadas, entradas de estabelecimentos, rampas, tudo próprio para quem vive e está aqui, lutando por ideais e projetos para o futuro. E não é uma ajuda paternalista, não é olhar com os olhos de quem acha que o outro está sofrendo. É uma adaptação a diversidade. Respeito “A diferença não implica em ser pior, ou melhor. A pessoa deficiente é apenas diferente e os conceitos acabam se confundindo”, disse o Coordenador do “Projeto Vida” e professor de fisioterapia, Domingos Belasco Júnior, mais conhecido como Dumas. Cita um trecho da música de Caetano “é que Narciso acha feio o que não é espelho”, para expressar melhor o abismo que existe entre as diferenças. Maria Inês Breccio, que dá aulas de teatro para deficientes na nossa universidade, ao ser questionada sobre o que é preciso para ultrapassar o abismo da diversidade afirma: “Primeiro de tudo o respeito com a pessoa. Ter a possibilidade de receber o outro e trocar experiências e ser valorizado dentro dos limites de cada um”. Muitos vêem o deficiente como uma pessoa incapaz de expressar o que sente. “A sociedade tem que acabar com esse mito”, diz Dumas. O respeito pela expressão do outro tem que ser exercido para melhoria do desenvolvimento humano.
http://www2.uol.com.br/aprendiz/guiadeempregos/eficientes/noticias/ge031204.htm#2 http://www.artsbrasil.org.br/fase2/materia.asp?p=102 http://www.funarte.gov.br/vsa/download/down05/Ana_Sheila.doc
- Postado por: Arieta Miranda às 20h02 [] [envie esta mensagem]
Evgen Bavcar nasceu na Eslovênia em 1946. Aos 12 anos perdeu a visão devido a dois acidentes (um deles envolvendo a explosão de um detonador de minas). Quatro anos depois, teve seu primeiro encontro com a fotografia: pegou a câmera de sua irmã para fotografar uma garota por quem ele estava apaixonado. “O prazer que senti foi resultado de eu ter roubado e fixado em um filme algo que não me pertencia, secretamente descobri que eu poderia ter algo que não via”, diz Bavcar. Um das características que se destacam em suas fotos é o contraste da luz com ambientes escuros. Ele trabalha, em geral, à noite utilizando luzes portáteis que o ajudam a ter um controle maior sobre os parâmetros visuais. Para focalizar a imagem ele pode usar tanto o foco automático quanto o manual, no qual ele mede, com as mãos ou com passos, a distância entre a câmera e o objeto, paisagem ou pessoa a ser fotografado. “O mundo não é separado entre os cegos e os não cegos. A fotografia não é exclusividade de quem pode enxergar. Nós também construímos imagens interiores”. Além de fotógrafo, Evgen Bavcar é também Doutor em História, Filosofia e Ética pela Universidade de Sorbonne, na França. Poliglota, fala francês, espanhol, italiano, alemão, inglês, esloveno e servo-croata.
Eu gostaria de aproveitar o gancho do perfil de Bavcar para indicar o documentário “Janela da Alma”, de João Jardim e Walter Carvalho. O filme é constituído de depoimentos de pessoas com diferenciados graus de deficiência visual. O assunto principal é a importância da visão para elas e como os nossos sentimentos e percepções individuais de mundo alteram a realidade para cada um de nós. Saiba mais sobre Evgene Bavcar: - Postado por: Roseane C. Castilho às 14h55 [] [envie esta mensagem] Eles latem, rosnam, não param quietos, é simplesmente impossível imaginar o homem sem seu fiel escudeiro, os cães! E cada vez mais eles são utilizados para auxiliar a vida daqueles que precisam e dão um grande passo para o fim da exclusão de portadores de deficiência visual, garantindo o direito universal de ir e vir.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na última quinta feira, dia 21, o decreto que regulamenta a Lei do Cão-Guia. A Lei nº 11.126, de 27 de junho de 2005, assegura ao portador de deficiência visual entrar em estabelecimentos públicos e privados, tais como bares, cinemas, teatros, supermercados, escolas, hospitais, restaurantes, entre outros, acompanhados de seus cães-guias. O dono deve portar o documento de identificação do animal e a comprovação de treinamento, além do equipamento no animal tais como, coleira, guia e arreio com alça. É um serviço gratuito oferecido pelo Estado.
Os cães-guias são treinados por centros especializados ou por treinadores habilitados. O projeto INTEGRA (Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania) é pioneiro em treinamento de animais no país. Sua sede é em Brasília (DF) desde 2002. As raças caninas mais utilizadas para o treinamento são o Retriever do Labrador e o Goldem Retriever, por apresentarem um bom caráter, capacidade de se adaptarem às diversas situações, fieis, inteligentes, de natureza amigável e o principal não apresentam traços de agressividade. O treinamento começa muito cedo, os animais aos 2 meses de idade são selecionados e avaliados, se forem aceitos vão para famílias adotivas onde ficam até completar um ano. Um fator importante para o bom desenvolvimento do cão-guia são as suas experiências com convívio humano, pois eles devem apresentar segurança ao guiar o seu dono. Os animais tornam-se os “olhos” de seus donos. De forma a dar ao cego ou o portador de baixa visão independência. E a “seis passos” vão trilhando para o fim da exclusão social. - Postado por: Clícia Martin às 11h42 [] [envie esta mensagem] A escola também é um ponto de inclusão social. Eu diria até que é um dos principais. Todas as crianças entre sete e quatorze anos devem por lei estar nas escolas, independentemente de terem ou não alguma deficiência. A escola deve ser aberta a todos, e essa convivência ajuda a terminar com o preconceito. Segundo o censo de 2005 o índice de inclusão subiu de 34,4% em 2004 para 41% em 2005 e acredita-se que esse ano ele deve subir mais.
Há dois anos foi lançada uma Cartilha sobre Educação de Pessoas com Deficiência pela Procuradoria da República, nela explica o que o ensino pretende fazer com a educação inclusiva. O programa “Interiorizando Libras e Braille” do Seesp/MEC (Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação) já capacitou 1.050 professores desde 2003 e pretende atingir mais um mínimo de 600 docentes esse ano. No Centro Cultural de São Paulo, no Vergueiro, existe uma biblioteca Braille, com 5.600 obras reunidas em 19.000 volumes. Oferecem serviços de empréstimos de livros em Braille e livros gravados. Assim como ensino de transcrição. A biblioteca conta ainda com computadores especiais disponibilizando acesso a Internet para deficientes visuais. Vale a pena conferir.
Referências: Centro Cultural São Paulo - Organização
- Postado por: Debora Leonardo às 13h36 [] [envie esta mensagem] Só a palavra INCLUSÃO já significa algo grandioso, mas não impossível de ser alcançado. Talvez esse seja o tema desse blog inteiro e dessa vez resolvi colocar a arte no meio disso tudo...
A arte não é apenas um dom, uma forma de representar por meio de materiais aquilo que o artista sente e vê, ou algo para mostrar para as outras pessoas. A arte precisa ser sentida por todos os cantos de nosso corpo. Mesmo para aqueles que são leigos quanto ao conhecimento de Arte, basta parar em frente e perceber os detalhes de alguma obra, o contorno, as sutilezas e até a expressão de alguma pessoa representada ali. O simples ato de apreciar, ouvir, sentir, tocar, isso tudo faz parte do mundo de sensações que os seres humanos são providos desde sua concepção. Mas o que dizer quando um desses sentidos é afetado? A pessoa passa a não ter a mesma capacidade de sentir isso tudo como antes? Muito pelo contrário, a mente humana é capaz de muitas coisas, inclusive adaptar-se frente às adversidades. E isso não é apenas o que a inclusão pode fazer por alguém portador de deficiência, é exatamente a força de vontade que essa pessoa consegue criar dentro de si que a faz ser diferente e especial. Desde pequena, meu avô sempre aparecia com cartões de Natal, alguns feitos por ele mesmo e outros de alguns artistas que usavam os pés e a boca. Isso sempre me deixava curiosa, como é que conseguiam equilibrar um pincel e criar tantas formas delicadas com os pés ou com a boca. No entanto era apenas uma curiosidade que aparecia na época do Natal. Hoje, com a criação desse blog, frente ao tema escolhido para debater diariamente. Lembrei novamente desse tema. E decidi aliar o meu lado artístico com o lado jornalístico que hoje costumo usar muito mais. E o faro jornalístico me levou diretamente ao tal grupo dos cartões de Natal. Não só pelo trabalhos desses artistas, mas também porque quem foi inserida nisso tudo, fui eu mesma! ::: Associação Pintores com a Boca e os Pés ::: A APBP não é uma entidade beneficente ou filantrópica. Seus artistas possuem tanta capacidade quando a de uma pessoa dita “normal” e fazem questão de competir com igualdade no mercado de arte. O que eles produzem é um trabalho, eles são artistas plásticos como qualquer outro e vivem de SUA arte. E a prova disso está no material desenvolvido pela Associação. Eles já contam com mais de 500 membros distribuídos entre 60 países que fazem parte da Associação. Todos artistas sem o uso das mãos para fazer a sua arte, que são beneficiados com a venda de seus trabalhos. A associação sempre procura incentivar as pessoas com essas deficiências, concedendo bolsas de estudo para aperfeiçoarem sua arte e conseguirem mostrar seus trabalhos. O interessante disso tudo é o fato deles inserirem quem seja “normal” e não o sentido inverso. Seus artistas encontraram um caminho onde podem expressar seus sentimentos através de suas próprias ferramentas: seus corações.
Arte de Daniela Caburro (http://www.danielacaburro.com.br/), 35 anos, teve poliomelite o que a deixou tetraplégica. Desenvolve a pintura com a boca desde 95. Para quem quiser saber mais: http://www.apbp.com.br/ Rua Tuim, 426 – Moema / SP – CEP 04514-101 – Tel: (11)5051-1008
Este ano eu vou contribuir com eles novamente... e você? Até o próximo post! - Postado por: Naná Mika às 16h06 [] [envie esta mensagem] Como todos sabem, os termos usados carregam sentidos conseqüentes da construção social e, portanto, definem posturas, entendimentos e ações práticas. Portanto, para principiar os debates desse blog, é importante definir a terminologia usada para se referir a pessoas com deficiência. Segundo Sassaki, o uso da terminologia certa é extremamente importante “quando abordamos assuntos tradicionalmente eivados de preconceito, estigmas e estereótipos, como é o caso das deficiências”. Seu uso é, sobretudo, essencial para se pensar construtivamente numa sociedade inclusiva. Ao longo dos séculos as pessoas com deficiência tem sido estigmatizadas, rebaixadas e excluídas da sociedade dita “normal”. Nota-se essa segregação por meio das diversas denominações dirigidas a essas pessoas. Em seu texto “Como chamar as pessoas que têm deficiência?”, Sassaki expõe, brevemente, a trajetória histórica (no Brasil) dessas terminologias, e como os valores da pessoa agregam-se e reduzem-se aos termos usados. O termo “pessoas com deficiência”, usado desde 1990 (até hoje e além) é o preferido das pessoas com deficiência, que desejam ser chamadas de tal modo. Inclusive, esse termo faz parte do texto da Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência.
É possível quebrar os paradigmas, desencorajando as práticas preconceituosas e ofensivas, por meio de uma nova forma de pensar a inclusão. Construir novas concepções que rompam e substituam estruturas sociais, interpessoais e de pensamento já cristalizadas e responsáveis por um fazer e agir condicionados. Transformar o discurso inclusivo em prática inclusiva, começando pelo uso da terminologia correta. Assim, as diferenças entre “pessoas com deficiência” e “pessoas sem deficiência” se diluem, misturam-se e igualam-se no substantivo comum: pessoas. Referências:
- SASSAKI, Romeu.
"Terminologia sobre deficiência na era da inclusão"
"Como chamar as pessoas que têm deficiência"
- Postado por: Carolina Gutierrez às 18h03 [] [envie esta mensagem] O Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído em 1982, em um encontro nacional que contou com a participação de diversas entidades atuantes nesta área. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o Dia da Árvore, em uma alusão ao nascimento dessa luta. A luta pelos direitos iguais e pelo fim da discriminação.
É neste dia, repleto de comemorações, que iniciamos um novo projeto. Nasce aqui um novo espaço de apoio a essa luta. O objetivo desse blog é de fomentar debates sobre a inclusão social de pessoas com deficiência, por meio de reportagens, artigos opinativos, depoimentos e imagens sobre o tema. A nossa idéia é transformar o blog numa referência onde TODOS poderão procurar orientações, sugerir pautas, dicas, críticas e complementações de idéias. O blog contará com uma galeria de fotos e imagens onde toda semana será destacado um artista que tenha seu trabalho relacionado com o tema. Indicações de sites, vídeos e eventos. O espaço está aberto a todos. É importante a sua participação para um novo modo pensar sobre a construção de uma sociedade inclusiva. Vamos fazer a nossa parte e quebrar as barreiras do inacessível. INCLUA-SE! - Postado por: SS às 12h47 [] [envie esta mensagem]
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